Sergipe retoma geração de emprego e abre 1,6 mil vagas em abril | F5 News - Sergipe Atualizado

Sergipe retoma geração de emprego e abre 1,6 mil vagas em abril
Recuperação do mercado de trabalho foi puxada pelos setores de serviços e comércio
Economia | Por F5 News 07/06/2022 11h40 |


O mercado de trabalho sergipano retomou a geração de empregos formais em abril deste ano. No quarto mês de 2022, o saldo de vagas com carteira assinada ficou positivo, com a abertura de 1.649 novos postos de trabalho em Sergipe. Os dados constam no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), atualizado mensalmente pelo Ministério do Trabalho e da Previdência Social.

Em abril, foram contratados 9.080 trabalhadores formais, ao mesmo tempo em que 7.431 foram demitidos no estado. Na comparação com o mês anterior, o dado foi melhor, uma vez que em março foram fechadas 2.694 vagas de emprego. Já em relação ao mesmo mês de 2021, o resultado também foi positivo, pois tinham sido fechados 131 postos.

Na análise por setor, apenas a Agropecuária sergipana demitiu mais do que contratou em abril, fechando 49 vagas. Já o setor de Serviços teve o melhor desempenho, com a geração de 1.074 novas vagas de emprego, seguido do Comércio, que abriu 318 postos e da Construção Civil, com a criação de 243 vagas.

Pelo recorte regional, Sergipe foi o quinto estado do Nordeste que mais criou empregos em abril deste ano. No acumulado do ano, porém, o estado apresenta saldo negativo, com a perda de 447 empregos formais no primeiro quadrimestre de 2022.

Em nível nacional, o desempenho do mercado de trabalho também foi satisfatório, registrando a abertura de 196 mil empregos com carteira assinada

Para analistas em economia, os números de abril estão sob a influência de dois vetores positivos - a reabertura da economia e os estímulos fiscais de liberação do FGTS, pagamento do Auxílio Brasil e reajuste do salário mínimo -, que favoreceram o bom desempenho dos serviços.

À frente, a tendência é de que a desaceleração da atividade leve a saldos mais moderados, conforme publicou o Brodcast/Estadão.

O Caged trata apenas do mercado formal, com carteira. Já o mercado de trabalho brasileiro é formado, na sua maior parte, pelo trabalho informal - daí a diferença com os números do IBGE.

Os dados do Caged podem ser revisados até um ano após novas demissões e contratações.

Edição de texto: Monica Pinto
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