B3 estuda exigir mulheres, negros e LGBTQIA+ na liderança de empresas
Medida visa aumentar presença de minorias na linha de frente das empresas associadas Economia | Por Metrópoles 17/08/2022 20h30 |A Bolsa de Valores brasileira, B3 apresentou, nesta quarta-feira (17/8), proposta para exigir que as empresas que negociam ações tenham, a partir de 2025, ao menos uma mulher e um integrante de minoria social (como pessoas pretas ou pardas, da comunidade LGBTQIA+ ou pessoas com deficiência) no conselho de administração ou diretoria.
Segundo a B3, o objetivo da nova regra é aumentar a diversidade de gênero e a representatividade de grupos minorizados em cargos de alta liderança.
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